Bitcoin rompe os US$ 50 mil pela primeira vez em um mês


Desde o último dia 28 de setembro, quando ainda era negociado por US$ 41.500, o Bitcoin ensaia sua retomada de alta — que finalmente parece ter começado. Nesta terça-feira (5), a principal criptomoeda rompeu o patamar dos US$ 50 mil pela primeira vez em um mês, animando os investidores após enfrentar semanas turbulentas de incertezas e regulamentações severas.

De modo geral, o Bitcoin iniciou o mês de outubro com um íngreme movimento de alta, avançando dos US$ 43.800 até os US$ 50.250 em apenas cinco dias — que representaram uma valorização de 15%, até o momento. A grande força altista sinalizou para alguns especialistas que o período de acumulação — tipicamente entendido como uma fase de indefinição de preços, com riscos de queda —, pode estar chegando ao fim.

“[O] Bitcoin quebrando US$ 50.000 é uma confirmação de que o mercado altista está de volta”, afirma o chefe de pesquisa da IntoTheBlock, Lucas Outumuro, ao explicar que houve um grande volume de transações de moedas pelo valor de US$ 48.000, que pode agora  se tornar um suporte para novos movimentos de alta.

Ainda segundo Outumuro, “agora que ultrapassamos esse nível [de US$ 50 mil], não parece haver resistência significativa de até US$ 56.000.”

Gráfico de 1 hora do Bitcoin, negociado na corretora Bitstamp. (Fonte: Cointelegraph, TradingView / Reprodução)Gráfico de 1 hora do Bitcoin, negociado na corretora Bitstamp. (Fonte: Cointelegraph, TradingView / Reprodução)Fonte:  Cointelegraph 

Para o analista sênior da Oanda, Edward Moya, o principal catalisador dessa alta são os donos de longo prazo do Bitcoin, conhecidos como holdersSegundo ele, porém, ainda falta uma pequena margem de valorização para o encerramento deste período de incertezas: “se a compra dinâmica continuar e o preço subir acima de US$ 52.000, poderemos confirmar o fim desse padrão de consolidação,” explica Moya, em entrevista ao CoinDesk.

Naturalmente, a valorização do Bitcoin também trouxe otimismo para as demais altcoins, como o Ethereum e MATIC, que tiveram um aumento de 3% e 4,8% em seu preço, respectivamente. O período para o mercado tradicional, contudo, segue nebuloso, mas parece se desprender das criptomoedas.

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