Surto de Zika vírus pode estar bem próximo

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Um surto de Zika vírus, que gerou uma onda de casos no Brasil em 2016, pode estar próximo, analisam cientistas. De acordo com uma reportagem da BBC, pesquisas recentes indicam que o vírus está se modificando com facilidade e que isso pode gerar mutações potencialmente mais infecciosas. 

Essas mutações poderiam atingir inclusive países que adquiriram imunidade parcial em surtos anteriores, como o Brasil. A transmissão do vírus Zika é feita principalmente através de mosquitos, mas também pode ocorrer sexualmente. Em média, uma a cada cinco pessoas infectadas desenvolvem sintomas e há poucas mortes pela doença.

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Apesar do baixo número de óbitos, o Zika vírus é perigoso principalmente para mulheres grávidas. Durante o surto de 2016 no Brasil foram registrados milhares de casos de bebês que nasceram com danos cerebrais após as mães terem contraído o vírus durante a gestação.

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A pesquisa do Instituto La Jolla de Imunologia, feita com camundongos e células, simulou o processo do vírus entrando no corpo humano. Os resultados mostram que o patógeno pode se modificar com facilidade, infectando, inclusive, quem já teve a doença anteriormente, o que é preocupante em futuros surtos.

Zika vírus

“Este trabalho mostra a rapidez com que uma única mudança de letra na sequência do genoma de um vírus pode surgir, e o forte impacto que pode ter na capacidade de doença de um vírus. Mas os vírus que compartilham essas mudanças não são frequentemente vistos em surtos e, como os autores apontam, esses insights intrigantes exigem uma investigação mais completa”, disse o professor Jonathan Ball, especialista em vírus da Universidade de Nottingham, à BBC.

“Embora essas descobertas tenham sido observadas em experimentos de laboratório e, portanto, tenham limitações, elas mostram que há potencial para que variantes preocupantes surjam durante o ciclo normal de transmissão do Zika e nos lembra que o monitoramento é importante para acompanhar os vírus à medida que eles evoluem”, completou Clare Taylor, da Society for Applied Microbiology.

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Fonte: Acesse Aqui o Link da Matéria Original

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