Summers avisa para recessão nos EUA e erros de Biden na economia – 14/04/2022 – Nelson de Sá

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O economista Lawrence Summers, de Harvard, que integrou os governos democratas de Clinton e Obama, segue no ataque aos colegas do governo Biden.

Agora contratado da Bloomberg, saiu atirando nesta quinta (14) não só contra o banco central de Jerome Powell, mas contra o Departamento do Tesouro de Janet Yellen.

Sobre Powell, seu alvo ao longo do último ano por minimizar a inflação como “transitória”, Summers questiona agora a projeção de “soft landing”, pouso suave para a aquecida economia dos EUA.

“As chances de pouso forçado nos próximos dois anos são com certeza maiores que metade, possivelmente dois terços ou mais”, falou, descrevendo uma recessão como “a coisa mais provável“:

“Se você olhar para a história, nunca houve um momento em que, com a inflação acima de 4% e o desemprego abaixo de 5%, não tivéssemos uma recessão nos dois anos seguintes.”

Summers voltou-se então para Yellen, que um dia antes havia ameaçado ações contra a China por se manter neutra em relação à Rússia. Destacou diversas prioridades globais, antes da China.

“Os EUA têm outros problemas urgentes para enfrentar no cenário mundial, entre eles a falta de financiamento americano para os esforços de recuperação pós-Covid e as ações morosas de Washington para combater a mudança no clima.”

REFLEXÃO DEMOCRATA

O New York Times de Paul Krugman, que combateu por um ano os avisos de Summers sobre inflação, ainda resiste. Mas convidou um ex-assessor do próprio Summers, Steven Rattner, para alertar, em destaque: “Podemos estar na trilha para uma recessão no momento em que começar a campanha de 2024”.

Aponta “um pesadelo eleitoral em potencial, para os democratas refletirem“.

RECESSÃO GLOBAL JÁ

Para além dos EUA, a Bloomberg avisa que “aumenta o risco de recessão global até o final do ano”.

Partindo de um relatório do Instituto Peterson, de Washington, destaca que “uma combinação de fatores —incluindo a alta do petróleo, a retração do consumidor em meio aos preços mais elevados em quatro décadas e a desaceleração do crescimento na China— aumenta as chances de uma contração”.


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