Startup nigeriana que atua com software no Brasil recebe investimento de R$ 1 bi


A Andela, startup nigeriana de formação de engenheiros de software, anunciou nesta quinta-feira (30) que recebeu um aporte de US$ 200 milhões (R$ 1,08 bilhão) em rodada de investimentos Série E, que ampliou o valor de mercado da empresa para US$ 1,5 bilhão (R$ 8,1 bilhões).

A empresa ajuda outras companhias a formarem equipes de programadores de forma remota, com acesso a profissionais que são referência no setor. Lançada em 2014, a Andela forma uma rede de engenheiros de software de mais de 80 países e seis continentes. Alguns dos profissionais formados pela plataforma foram contratados em empresas como Github, Cloudflare e ViacomCBS, e afirma que sua taxa de colocação no mercado chega a 96%.

Com o novo aporte, a empresa deve desenvolver produtos para simplificar a contratação global e facilitar o trabalho dos engenheiros. Em outra frente, usara o dinheiro para incluir novos setores do desenvolvimento de software, como design e dados, após lançar o desenvolvimento na plataforma Salesforce no início deste ano.

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Jeremy Johnson, fundador e CEO da Andela (Imagem: Divulgação/Andela)

A rodada de investimento desta semana foi liderada pelo Softbank Vision Fund 2 com a participação de novos investidores da norte-americana Whale Rock, Generation Investment Management, Chan Zuckerberg Initiative (de Mark Zuckerberg, criador do Facebook) e Spark Capital. Lydia Jett, fundadora do SoftBank Investment Advisers, irá se juntar ao quadro de diretores da Andela.

No Brasil e América Latina, a empresa iniciou suas atividades em agosto. “Com esta injeção de capital, não tenho dúvidas de que seremos capazes de expandir drasticamente a nossa crescente comunidade de tecnólogos, fornecendo os recursos que necessitam para ter sucesso num ambiente de trabalho remoto”, ressalta Alvaro Oliveira, que está à frente das operações da Andela no Brasil.

“Agora que o mundo começou a abraçar o trabalho remoto, a Andela se tornou a escolha óbvia para as empresas, porque podemos encontrar os melhores talentos mais rápido”, diz Jeremy Johnson, CEO e cofundador da Andela.

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