Polícia usa canhões de água para conter manifestantes contra Bolsonaro em Pádua, na Itália | Mundo


Na região da cidade de Pádua, na Itália, houve repressão policial a manifestantes contrários à presença de Jair Bolsonaro nesta segunda-feira (1º). A polícia usou um canhão d´água contra eles.

O presidente do Brasil viajou à região depois de participar de uma reunião do G20 em Roma.

É o segundo dia seguido em que polícias ou seguranças ao redor de Bolsonaro na Itália usam de violência contra pessoas que não estejam ali para se manifestar a favor do presidente.

No domingo, ao fim da cúpula do G20, Bolsonaro saiu para passear nos arredores da embaixada brasileira, no centro de Roma. Seguranças ou policiais empurraram a agrediram jornalistas que tentaram se aproximar para fazer perguntas. As agressões aconteceram depois que Bolsonaro tratou de forma hostil os jornalistas. O correspondente da Globo, Leonardo Monteiro, e jornalistas da Folha e de outros veículos foram agredidos.

Na segunda-feira, Bolsonaro viajou a Anguillara Veneta, onde recebeu, da prefeitura, o título de cidadão honorário. Um bisavô do presidente Bolsonaro nasceu na cidade.

Houve duas manifestações na cidade, uma contrária a ele, e uma favorável.

Jornalistas são agredidos na visita do presidente Bolsonaro a Roma

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Na semana passada, a Diocese de Páduafez um apelo a Bolsonaro.

No posicionamento divulgado na quarta-feira (27), a Diocese de Pádua também pediu a Bolsonaro que “seja um promotor de políticas respeitosas da Justiça, da saúde e do meio ambiente”:

“A Diocese de Pádua, tornando-se porta-voz de um sentimento generalizado e em virtude do vínculo que une o Brasil com a nossa terra, aproveita a oportunidade da possível passagem do presidente Bolsonaro por Anguillara Veneta para pedir-lhe sinceramente que seja um promotor de políticas respeitosas da Justiça, da saúde e do meio ambiente, especialmente para apoiar os pobres”, diz o texto.

O documento também destaca as figuras dos padres Ezechiele Ramin e Ruggero Ruvoletto, ambos assassinados por pistoleiros no Brasil, e afirma que, nos últimos meses, os bispos brasileiros “estão denunciando fortemente a violência, o abuso, a exploração da religião, a devastação ambiental e ‘o agravamento de uma grave crise de saúde, econômica, ética, social e política, intensificada pela pandemia'”.

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