o que é e como isso pode afetar seus estudos

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Você sofre com excesso de autocobrança e duvida da sua competência, se sentindo uma fraude quando recebe um elogio? Isso pode ser síndrome do impostor.

Esse distúrbio atinge muitas pessoas em diferentes etapas do mercado de trabalho por conta do excesso de competitividade.

Dessa forma, muitas pessoas começam a duvidar das suas capacitações e qualificações, como se não merecessem uma nota alta ou uma promoção no trabalho.

Mas afinal, como acontece a síndrome do impostor?

Apesar de não estar na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID), a síndrome do impostor pode te impactar da mesma forma que uma ansiedade ou uma depressão.

Os sentimentos são, às vezes, confundidos com baixa autoestima e insegurança, mas tudo isso faz parte de uma condição onde a pessoa se autossabota.

O termo “fenômeno do impostor” foi cunhado pelas psicólogas norte-americanas Pauline Rose Clance e Suzanne Imes em 1978 e faz com que a pessoa se sinta uma fraude.

Além disso, as pessoas acometidas pelo transtorno acreditam que estão enganando as outras por não acharem que têm inteligência ou capacidade suficiente.

Abaixo, listamos 6 características de quem tem esse transtorno. Confira:

6 comportamentos das pessoas com síndrome do impostor

1) Evitam se destacar

Ao evitar que sejam os centros das atenções por serem bem-sucedidos, as pessoas com a síndrome de impostor pensam que, dessa forma, não serão descobertos como “fraude”.

Assim, criam maneiras de não se destacar por imaginar que tiveram apenas sorte e alguém irá descobrir que não se esforçaram para alcançar aquilo.

O que não é a realidade.

2) Trabalham excessivamente

A fim de compensar todo o esforço que pensam não ter tido, buscam se esforçar além dos seus limites para justificar suas conquistas.

O excesso de trabalho é uma forma de provarem (até para si mesmos) que são capazes ou mostrar resoluções que justifiquem o seu sucesso.

4) Se autossabotam o tempo todo

Outra característica de uma pessoa com síndrome do impostor é a autossabotagem.

Ela acredita que não irá sair bem-sucedida com seus planos e, assim, faz o menor esforço possível, evitando gastar sua energia com algo que já acredita que não irá dar certo.

Dessa forma, ela também pensa em evitar os julgamentos por outras pessoas.

4) Adiam tarefas

Ainda que seja o oposto do excesso de trabalho que falamos anteriormente, o transtorno também faz com que a pessoa evite completar seus compromissos.

Essa insegurança é fruto do medo de ser julgada, pois, enquanto não entregar nada, não saberá se os resultados das tarefas que concluiu foram satisfatórios.

O objetivo é levar o máximo de tempo para cumprir suas obrigações e, desse modo, prolongar o momento em que passarão pela avaliação.

5) Temem a exposição

O momento da avaliação e da crítica é o mais evitado pela pessoa que possui a síndrome do impostor.

Sendo assim, buscam de qualquer maneira não se destacar, se tornando menos perceptíveis nos ambientes de trabalho e estudo, pois não serão alvos de avaliações.

Caso tenham avaliações positivas, não acreditam que possam ter alcançado isso por mérito próprio e, sim, por sorte ou outro fator que não envolva seu esforço.

Dessa forma, temem qualquer tipo de exposição.

6) Se comparam com os outros

Na era rápida da internet, o transtorno faz a pessoa acreditar que está desatualizada profissionalmente ou academicamente.

Além disso, nas redes sociais, a pessoa acredita que todos têm sucesso no que fazem, menos ela mesma.

O Instagram, por exemplo, é uma ferramenta com potencial danoso para a percepção de uma pessoa com o hábito impostor.

Afinal, o ambiente da rede social tem o objetivo de mostrar apenas os lados bons e positivos das vidas das pessoas.  

Então, o que a síndrome do impostor tem a ver com seus estudos?

Da mesma maneira que a competição está no mercado de trabalho, ela também está no campo dos estudos.

Portanto, a síndrome do impostor pode afetar você, estudante.

Desde a acumulação de matérias até evitar aquele exercício mais puxado, você pode estar sofrendo do transtorno.

Além disso, você pode acreditar que não vai dar conta de fazer aquele exame ou prova decisiva e tenta fugir do que pode te levar a se sair bem nele.

A síndrome te faz duvidar das suas capacidades, do seu merecimento e das suas próprias habilidades em alcançar uma boa rotina de estudos.

E como maneiras de lidar com a síndrome do impostor?

Ainda que não tenha reconhecimento como um transtorno que afeta a saúde mental, existem diversas formas para você evitar que ela domine sua percepção de si.

Veja algumas dicas abaixo:

Conheça seus pontos fortes

O autoconhecimento é uma maneira de você não se deixar levar pela síndrome do impostor.

Conhecendo exatamente quais as suas habilidades, você consegue se dedicar e colocar energia em tarefas que sabe que vai se sair bem.

Lógico que sair da zona de conforto às vezes é bom, mas nada como saber as áreas que mais tem facilidade e reconhecer como um ponto forte pessoal.

Identifique suas preferências pessoais

Novamente o conhecimento que você tem de si pode te ajudar a superar a sensação de se sentir uma fraude.

Nesse sentido, se faça perguntas sobre o que te motiva a estudar e quais suas metas ao final das tarefas.

Outra sugestão é pensar a forma que prefere estudar ou até mesmo pensar o que gostaria de mudar na sua rotina de estudos para melhorar seu aprendizado.

Como resultado, você consegue adquirir mais confiança para buscar o que deseja.

Reconheça suas conquistas

Por falar em metas, não esqueça de comemorá-las quando concluídas!

A síndrome do impostor pode te levar a ter pensamentos negativos sobre si e negativar suas conquistas através da autossabotagem.

Portanto, contorne a situação e veja todo o esforço que colocou durante horas de estudo e exercícios feitos.

Só você sabe quanto tempo e dedicação você colocou nas suas tarefas, então lembre de sempre dar o mérito necessário para quem se esforçou, ou seja, você!

Abrace sua insegurança

É importante exercer a autocrítica, mas quando se torna excessiva, acaba perdendo a noção da realidade e viram punição.

Os erros fazem parte do nosso aprendizado e precisamos identificá-los, assim como avaliá-los para não repetirmos.

Aprender, e principalmente aprender a errar, faz parte do nosso crescimento pessoal e ajuda a fortalecer nossa autoestima.

Por isso, seja gentil com você e não se cobre tanto.

Procure ajuda profissional

Ainda que não haja um padrão para tratamento da síndrome do impostor, ela carrega outros sentimentos negativos, como insegurança, baixa autoestima e sensação de fraude.

Sem dúvida, o mais indicado é buscar o auxílio de um profissional de saúde mental para reconhecimento do quadro e possíveis maneiras de superar esse transtorno.

Os gatilhos são individuais e somente um profissional como o psicólogo ou terapeuta, por exemplo, pode indicar um caminho para você trilhar em direção ao seu bem-estar.

Acima de tudo, lembre-se: você é gentil, você é inteligente e você é importante!

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“Histórias cruzadas” (2011) 🥺

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