Na HBO Max, ‘It’s a Sin’ é minissérie dolorosa, mas totalmente necessária

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It’s a Sin, de cara, me lembrou da série Pose, sucesso criado por Ryan Murphy que se tornou referência na temática. Enquanto esta ambienta sua trama em Nova York acompanhando, principalmente, mulheres trans, a atração britânica traz como foco jovens gays que sofreram com o avanço da contaminação.

A ideia central de It’s a Sin é mostrar como o preconceito em torno da doença e da homossexualidade impossibilitou, na época, o avanço das pesquisas sobre a contaminação e também de que muitas vidas fossem salvas pela medicina. Embora dolorosa, a abordagem é necessária não só para conscientizar o público, mas também para criar reflexões em torno do assunto ainda considerado um tabu nos dias atuais. Dessa forma, a atração serve para quebrar de vez o estereótipo de que o HIV está atrelado apenas às pessoas homossexuais. 

Mesmo usando o drama a seu favor, It’s a Sin também traz momentos descontraídos entre os amigos que nos divertem em cenas poderosas de encontros, diversões e realizações pessoais. E por falar nisso, a série conta com personagens espirituosos, que criam identificação e carisma imediato com o público, deixando uma saudade gostosa no final.

Em apenas cinco episódios, Peter Hoar traz uma direção consistente, aprofundando com eficácia todos os personagens envolvidos na trama e garantindo que a história seja contada sob diferentes olhares. 

Fonte: Acesse Aqui o Link da Matéria Original

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