Grandes franquias de games que ganharam spin-offs “diferentões”

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No mundo dos games, é comum franquias consagradas experimentarem novos gêneros e experiências, totalmente diferentes das suas essências originais. É como se fossem spin-offs, algo já conhecido no mundo das séries de TV.

Temos vários exemplos disso: jogo de tiro em que os personagens se transformaram em bonequinhos Funko Pops, game de aventura que ganhou jogo de cartas, RPG que virou jogo de corrida e muito mais. Nessa lista, relembramos os mais curiosos: alguns deram certo; outros, nem tanto.

11. Pokémon

A icônica franquia dos monstrinhos de bolso já está na sua oitava geração de jogos RPG, mas vem sendo criticada por manter uma certa mesmice, sem inovações concretas, na série principal. No entanto, a The Pokémon Company já lançou vários spin-offs ambiciosos, que mudaram completamente o gameplay da franquia.

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Talvez o mais marcante e estrondoso seja Pokémon GO, lançado em 2016 para Android e iOS. O jogo, gratuito, utiliza as tecnologias de GPS e de realidade aumentada para incentivar os jogadores a capturar Pokémon enquanto caminham pela rua.

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Temos outros exemplos importantes, como Pokémon Snap, em que o jogador fotografa os personagens. O primeiro game surgiu no Nintendo 64, em 1999, e recebeu uma sequência em 2020, New Pokémon Snap.

Podemos citar também PokéPark Wii: Pikachu’s Adventure, de 2009, e PokéPark 2: Wonders Beyond, de 2012, que levam Pikachu para um parque de diversões; e Pokkén Tournament, de 2015, que mistura Pokémon e Tekken em um jogo de luta.

E claro, vale destacar a aposta mais recente da franquia: Pokémon UNITE, que leva os monstrinhos de bolso para o mundo dos MOBAs. O jogo é gratuito e está disponível para Nintendo Switch e mobile.

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10. Halo

A série de tiro em primeira pessoa (FPS) queridinha do Xbox também ganhou spin-offs diferentões. O primeiro foi Halo Wars, de estratégia em tempo real (RTS) e com câmera de visão isométrica — ou seja, vista de cima —, lançado para Xbox 360 em 2009. Em 2017, foram lançadas uma versão aprimorada do jogo, chamada Halo Wars: Definitive Edition, e também uma sequência, Halo Wars 2.

Outros que seguiram a câmera isométrica foram Halo: Spartan Assault, de 2013, e em Halo: Spartan Strike, de 2015.

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9. Gears of War

Outra franquia exclusiva do Xbox, Gears of War é baseada em tiro em terceira pessoa. A história acompanha humanos lutando pela sobrevivência contra raças alienígenas.

Mas esses humanos já se transformaram em bonequinhos de Funko Pop! em Gears Pop!, lançado para PC, Android e iOS em 2019. O jogo, produzido pela Mediatonic, mesmo estúdio de Fall Guys: Ultimate Knockout, é de estratégia em tempo real, similar a Clash Royale, por exemplo. No entanto, o game “flopou” e teve seus servidores desligados em 2021.

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Gears Tactics, lançado para PC e Xbox One em 2020, foi outro jogo experimental que colocou a série no gênero de estratégia em turnos, com a câmera isométrica. A história se passa 12 anos antes do primeiro Gears, servindo como uma prequel para o universo do game.

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8. Kingdom Hearts

A franquia da Square Enix, que mistura os universos da Disney, nasceu como um RPG de ação e aventura. O primeiro jogo foi lançado em 2002 para PS2, com mecânicas e visuais perpetuados até hoje.

Já o segundo game da série, Kingdom Hearts: Chain of Memories, lançado em 2004, foi bem diferente: o título do Game Boy Advance tinha gráficos 2D e um sistema de combate em cartas, mal recebido pela crítica e pelos fãs na época. Anos depois, ele foi relançado para PS2 com gráficos 3D — mais parecidos com o primeiro jogo —, mas ainda com o sistema de cartas.

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No entanto, talvez o mais diferente de todos seja Kingdom Hearts: Melody of Memory, um jogo de ritmo lançado em 2020 que relembra eventos marcantes de toda a franquia. Ao som da icônica trilha sonora, o jogador precisa apertar os botões indicados nos momentos certos, o que vai gerar comandos de ataque dos personagens na tela.

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7. Assassin’s Creed

A saga principal de Assassin’s Creed mudou radicalmente de gênero ao longo dos anos, mas a Ubisoft apostou em estilos surpreendentes em seus spin-offs para celulares e tablets. Exemplos são Assassin’s Creed II: Multiplayer, de 2010, e Assassin’s Creed: Multiplayer Rearmed, de 2011, em que quatro jogadores se enfrentam em meio à cidade.

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Também para celulares e tablets, Assassin’s Creed: Recollection, de 2011, é um jogo de estratégia em cartas. O jogador precisava montar seu tabuleiro com personagens, lugares e ações e batalhar com figuras do universo da franquia.

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A franquia também ganhou uma trilogia de jogos 2.5D (câmera na lateral, mas com profundidade) chamada Assassin’s Creed Chronicles. Lançados entre 2015 e 2016, os títulos são inspirados no gênero metroidvania, obrigando o jogador a resolver quebra-cabeças e a utilizar camadas dos cenários para se mover sem ser visto. Cada jogo se passa em um país diferente: China, Índia e Rússia.

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6. The Witcher

A série de jogos utiliza, principalmente, o gênero de RPG de ação e aventura para contar as histórias de Geralt de Rívia. Mas o bruxo já se aventurou por outros estilos, como o de luta, em The Witcher: Versus, de 2008: um game online para navegador e iOS focado na pancadaria e na porradaria. O título não deu muito certo e foi descontinuado em 2012.

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Em 2014, The Witcher Adventure Game foi lançado como a versão digital de um jogo de tabuleiro. O game está disponível para iOS e para PC, através do GOG e da Steam.

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Tentando surfar na onda de sucessos como League of Legends, a franquia se aventurou pelos MOBAs com The Witcher: Battle Arena, de 2015, lançado para Android e iOS. Infelizmente, o jogo foi um fracasso e teve seus servidores desligados após cerca de um ano.

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Falando de coisa boa, a empreitada de maior sucesso talvez seja Gwent: The Witcher Card Game, de 2018, disponível de graça para PC, iOS e Android. O spin-off é um jogo de cartas derivado do minigame Gwent, presente em The Witcher 3: Wild Hunt.

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Gwent deu tão certo que originou, inclusive, um outro spin-off: Thronebreaker: The Witcher Tales, de 2018. O título começou como uma expansão single-player, mas logo virou um game independente. A história acompanha Meve, uma humana rainha de Lyria e de Rívia, que precisa fazer duras escolhas e liderar seu exército frente a uma invasão do Império Nilfgaardiano. O game mistura elementos de RPG com os sistemas de cartas de Gwent.

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5. Final Fantasy

Mais uma franquia de RPGs que atirou para vários lados, Final Fantasy tem jogos de ação, MMORPG, corrida, battle royale, tiro em primeira pessoa, ritmo e mais.

O mais recente é Final Fantasy VII: The First Soldier, battle royale que chegou para Android e iOS em 2021. No game, até 75 jogadores batalham até restar apenas uma pessoa ou um grupo, como em Fortnite ou Free Fire. É possível escolher uma das quatro classes disponíveis, que alteram significativamente o gameplay, e também utilizar uma variedade de armas, poções e feitiços.

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Também vale anotar na agenda Chocobo GP, game de corrida com criaturas, personagens e magias clássicas de Final Fantasy, que será lançado em 2022 para Nintendo Switch. Porém, não espere a presença de personagens icônicos como Cloud, Aerith ou Squall, por exemplo (pelo menos por enquanto).

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4. Castlevania

A série de ação e aventura Castlevania ganhou alguns jogos que fugiram completamente do estilo tradicional da série. Um exemplo é Castlevania: The Arcade, lançado para fliperamas em 2008, de tiro em primeira pessoa.

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Castlevania Judgement, de 2008, foi o primeiro jogo de luta da franquia, e o primeiro da série lançado para Nintendo Wii. Embora não se pareça com um Castlevania tradicional, o título contém 13 personagens jogáveis desse universo, cada um com seu próprio enredo detalhado.

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3. Resident Evil

Resident Evil tem vários spin-offs que complementam a história principal da saga, mas alguns deles servem apenas como complementos multiplayer. Um deles é Resident Evil: Resistance, um jogo de terror assimétrico 4×1 — semelhante a Dead by Daylight, por exemplo — que veio com o remake de Resident Evil 3 em 2020. No game, um grupo de sobreviventes humanos precisa escapar enquanto um vilão tenta impedi-los, usando armadilhas, câmeras, monstros e mais.

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Já em 2022, deve ser lançado Resident Evil Re: Verse, um complemento a Resident Evil Village que, infelizmente, teve seu lançamento atrasado. O jogo será baseado em batalhas mata-mata de seis pessoas, misturando heróis e vilões famosos de toda a franquia.

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2. Metroid

Em 2002, a franquia Metroid ganhou uma trilogia de jogos separada da série principal: Metroid Prime. Os games ainda acompanham a caçadora de recompensas Samus Aran, mas assumem a câmera com visão em primeira pessoa em vez do tradicional side-scrolling (quando a câmera fica na lateral, e vemos o jogador se mover para a esquerda e para a direita).

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A série Prime também ganhou seus próprios spin-offs, como Metroid Prime Pinball, de 2005, que incorpora a história e o visual característico da série no pinball.

Vale lembrar que Metroid Prime 4 foi anunciado durante a E3 2017 e, desde então, não há informações sobre o estado de desenvolvimento do game.

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1. The Legend of Zelda

Em 2014, chegou às lojas Hyrule Warriors, um dos games mais bem sucedidos do fracassado Wii U. O jogo é um crossover de Zelda com outra série: Dynasty Warrios, um hack’n’slash muito popular no Japão que acabou criando seu próprio subgênero, o musou — o nome é inspirado no título japonês do game, Shin Sangoku Musou.

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O game foi produzido pela Koei Tecmo, a desenvolvedora de Dynasty Warriors, em parceria com a Nintendo. Generalizar a porradaria com personagens de Zelda, com combos e golpes especiais, é muito divertido; conquistar partes do mapa, controladas por capitães, eleva o desafio. Tudo isso trouxe um frescor à série, centrada em RPGs de ação.

No fim de 2020, foi lançada a sequência Hyrule Warriors: Age of Calamity. O jogo se passa antes dos eventos de Breath of the Wild, trazendo detalhes sobre a grande guerra contra Ganon.

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Zelda também se aventurou pelos jogos rítmicos em 2019 com Cadence of Hyrule: Crypt of the NecroDancer Featuring The Legend of Zelda (que nome gigante!). O game é outro crossover, desta vez emprestando os personagens e o mundo de Zelda para o roguelike procedural Crypt of the NecroDancer.

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Chegamos ao fim da nossa lista. Você lembra de alguma outra franquia que experimentou novos ares? Compartilhe conosco através das redes sociais!

Fonte: Acesse Aqui o Link da Matéria Original

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