Executivo da Lotus acelera com o Emira em pista de testes: “Um carro para pilotos”

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O diretor de integridade de produto da Lotus, Gavan Kershaw, assumiu o volante do recém-lançado Emira e mostrou algumas coisas que o cupê é capaz. Último modelo a gasolina da marca britânica, o Emira foi lançado no Festival de Goodwood, em julho deste ano, e vai substituir os cupês Exige e Evora e o roadster Elise — este já com uma versão elétrica programada.

“Com configuração de V6 3.5 e supercompressor, você acelera bem embaixo, a 1.500 rpm, e o carro só cresce, cresce, ficando cada vez mais forte à medida que as rotações aumentam”, relata Kershaw durante o vídeo, filmado na pista de testes da Lotus em Hethel, leste da Inglaterra. “É assim que é um verdadeiro carro esportivo. Todo o pacote é ajustado para dar a você um máximo de recompensa e confiança. [O Lotus Emira] é ‘para os pilotos’.”

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O modelo testado por Kershaw é o Emira V6 First Edition, que começará a ser vendido nos Estados Unidos no fim de 2022 por um preço sugerido de US$ 93.900 (em torno de R$ 534.910 em conversão direta). Traz um motor V6 3.5 desenvolvido pela Toyota, posicionado no centro do carro, com 394 cavalos de potência e 143,79 kgf de torque.

O Emira apresenta ainda duas opções de transmissão: uma manual e outra automática, ambas com seis velocidades. Na última configuração, o carro vai de 0 a 100 km/h em 4s2 — um décimo de segundo mais rápido do que a variante com câmbio manual. Já a velocidade máxima é de 290 km/h.

Interior do Lotus Emira 2022
Emira 2022 tem interior tecnológico incomum para um Lotus. Crédito: Lotus Cars/Divulgação

Co-fundadora Hazel Chapman morre aos 94 anos

Nesta semana, houve ainda uma nota triste para a empresa britânica: a co-fundadora da Lotus, Hazel Chapman, morreu aos 94 anos na quarta-feira (15), por motivos não declarados pela família.

Ex-esposa de Colin Chapman, morto em 1982, Hazel participou ativamente da gestão da companhia nos primeiros anos. Foi na casa de seus pais, em Hornsey (norte de Londres), que o primeiro carro Lotus da história — o Mark I — foi desenvolvido. Depois, quando Chapman foi brevemente convocado pela Força Aérea Britânica, Hazel assumiu o  desenvolvimento técnico do Mark II, seu sucessor. A partir das primeiras vitórias no automobilismo amador, a projetista tomou a decisão, ao lado do marido, de iniciar uma companhia em 1952.

Hazel Chapman, com Elio de Angelis e Ayrton Senna
Hazel Chapman com os pilotos de Fórmula 1 da Lotus em 1986: o italiano Elio de Angelis e o brasileiro Ayrton Senna (Imagem: Ercole Colombo)

Após a morte de Chapman, em 1982, Hazel reconheceu a necessidade de uma nova administração para garantir o futuro da empresa e, no ano seguinte, a vendeu para a British Car Auctions. Ainda assim, ela liderou a Classic Team Lotus, empresa responsável pela manutenção dos antigos carros de Fórmula 1, até seus últimos dias. “Sem Hazel Chapman, não haveria Lotus”, disse o CEO da empresa britânica, Matt Windle, em comunicado à imprensa.

Via Autoevolution

Imagem: Reprodução/YouTube/Lotus Cars

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