Escolas desenvolvem projetos de olho na educação ambiental – Notícias





Incentivados pelas aulas de educação ambiental nas escolas, estudantes desenvolvem projetos de sustentabilidade, além de cultivar plantas nas escolas.


João Miguel Grossman, Hugo Fares Menhem e Yuri Funayama são alunos do Colégio Dante Alighieri, localizado na capital paulista, e foram premiados na FeNaDante (Feira Nacional de Ciência e Tecnologia) por terem desenvolvido um projeto de sustentabilidade.


João Miguel Grossman, 14 anos, aluno do 9º ano desenvolveu o projeto “Microplásticos no Solo”, que tem como objetivo identificar as pequenas partículas de plástico e como a poluição afeta a agricultura. “Eu queria de alguma forma que meu projeto pudesse mudar o mundo e fazer dele um lugar melhor no futuro”, conta o estudante.


O desejo de João Miguel é que o projeto possa servir de base para novas experiências, com a remoção dos microplasticos do solo. Ainda, de acordo com o estudante, o desenvolvimento do projeto também o ajudou a desenvolver disciplina e maturidade. “Eu amadureci, desenvolvi habilidades e busquei novos conhecimentos para melhorar o meu projeto”, diz.


Segundo a diretora pedagógica do Colégio Dante Alighieri, Sandra Tonidandel, “é através da educação ambiental que os estudantes têm a oportunidade de aplicar o que aprendem em sala de aula, por meio das atividades práticas relacionadas a preservação do meio ambiente e sustentabilidade.”





Hugo,15 anos, e Yuri, 16 anos, são alunos do 1º ano do ensino médio e desenvolveram um painel solar de baixo custo e elevada eficiência. O projeto teve início há quase três anos e, segundo os estudantes, a ideia surgiu com diante dos risco de escassez hídrica no Brasil. “É neste período de seca, com pouca produção de energia, que temos os altos índices das bandeiras tarifarias e com impacto financeiro para a sociedade”, relatam os estudantes.


“Com a utilização de materiais recicláveis, espelhos esféricos e a tecnologia do arduíno estamos propondo um protótipo de baixo custo que otimiza a produção de energia elétrica das placas solares, ampliando a relação custo benefício e viabilizando a aplicação da tecnologia,” explica o professor-orientador do projeto, Wayner de Souza Klën.






Projeto Cultivar








A Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Marechal Deodoro da Fonseca, no bairro do Butantã, zona oeste de São Paulo, desenvolve o Projeto Cultivar idealizado pela professora Ana Marilia Dumont Ferreira.





De acordo com a educadora, a iniciativa tem como objetivo ensinar os estudantes sobre o cultivo de hortaliças, flores e frutas a partir do processo de plantar, cuidar e colher, dando mais valor aos alimentos. “É importante que cada pessoa possa conhecer o ambiente onde vive, valorizando, preservando e ajudando a manter o equilíbrio da natureza”, explica.





Na escola havia um terreno abandonado, a professora em conjunto com o conselho estudantil aprovou o desenvolvimento de uma horta no local. Com ajuda dos pais dos alunos e de voluntários, o projeto recebeu doações de terra e sementes para o plantio.


Segundo a professora a aprendizagem também acontece com as atividades na horta. “A alfabetização dos alunos nos anos iniciais é muito presente”, conta. “Eles aprendem a escrever os nomes das plantas, o modo de cuidá-las e a fazer registros através de desenhos”, conta.


A educadora, que vem de família de agricultores, conta que desde pequena já acompanhava o plantio de milho, feijão, café e hortaliças. “Eu sempre gostei de fazer experiências com plantio e com os cuidados de plantas e repassar esse conhecimento aos meus alunos é muito gratificante”, finaliza.


*Estagiário do R7 sob supervisão de Karla Dunder




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