Empresário foragido é apontado pela PF como intermediador do esquema de envio de cocaína de SC para África | Santa Catarina


A operação deflagrada nesta quinta-feira (16) em Itajaí, no Litoral Norte, investiga a participação de um empresário foragido da cidade apontado como responsável por intermediar a compra do combustível usado em um barco pesqueiro apreendido pela Polícia Federal (PF) com 2,8 toneladas de cocaína. A droga foi apreendida em julho deste ano e tinha como destino a África.

Segundo a delegada responsável pelas investigações, Anelise Wollinger Koerich, esse mesmo homem é suspeito de ajudar no arrendamento de um trapiche onde a cocaína foi carregada na embarcação Coroa, nome dado a ação deflagrada nesta manhã. A identidade dele não foi divulgada.

As investigações levantaram também que duas caminhonetes fizeram o transporte da carga durante a preparação para a exportação da cocaína. O proprietários de um dos veículo foi preso nesta quinta e o outro está foragido (assista o vídeo da apreensão abaixo).

“As investigações continuam para tentar identificar os financiadores da droga. Todos foram indiciados por crime de tráfico ou associação para o tráfico e o Ministério Público Federal (MPF) deve oferecer denuncia em breve”, informou a delegada.

Toneladas de cocaína são encontradas em barco pesqueiro que ia para África em SC

Toneladas de cocaína são encontradas em barco pesqueiro que ia para África em SC

As investigações tiveram início em 3 de julho, após a fiscalização do Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM) encontrar a carga de droga dentro do baro na região da foz do Rio Itajai-Açu. Com a prisão de sete tripulantes, as investigações foram aprofundadas e, de acordo com a delegada, foi possível identificar os responsáveis pela logística do esquema.

A rota de envio de cocaína do Brasil para a África é mais comum pelo Nordeste do país. A apreensão de julho foi a primeira registra em Santa Catarina.

No total, 15 pessoas foram presas até está quinta. Os tripulantes detidos no dia do flagrante tiveram estão presos preventivamente após decisões do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4) e Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Dentre os bens sequestrados nas investigações, estão a embarcação Coroa e os veículos utilizados pelos criminosos.

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