Crianças com comorbidade terão prioridade em vacinação – Notícias

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A vacinação contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos de idade será feita de acordo com uma lista de prioridades definida pelo Ministério da Saúde. Segundo o planejamento da pasta, apresentado nesta quarta-feira (5), crianças com comorbidades ou deficiências, quilombolas e indígenas serão as primeiras a serem atendidas.


Na sequência, o ministério vai liberar a vacinação de crianças que vivem em lar com pessoas com alto risco para evolução grave de Covid-19. Posteriormente, terá início a imunização do público infantil sem qualquer tipo de comorbidade. Nesse grupo, a vacinação será realizada por faixa etária decrescente na seguinte ordem: crianças entre 10 e 11 anos, crianças entre 8 e 9 anos, crianças entre 6 e 7 anos e, por último, crianças com 5 anos.



A vacinação em crianças será administrada em duas doses de 10 microgramas com oito semanas de intervalo entre cada uma. Trata-se de um terço da dose administrada a adolescentes e a adultos. Segundo a Pfizer, o nível de dose foi cuidadosamente selecionado com base em dados de segurança, tolerabilidade e imunogenicidade. 


“As nossas crianças, que são o futuro do Brasil, merecem uma ênfase especial, porque esse público precisa ser atendido com uma vacina específica. Durante esse período da pandemia, infelzimente, tivemos perda de crianças. Comparando a outras faixas, a taxa de mortalidade não é a maior, mas toda vida é importante, sobretudo das crianças”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ao anunciar a liberação das vacinas anticovid para o público infantil.


Em janeiro, o Brasil terá à disposição imunizantes para atender até 3,7 milhões de crianças. As doses da vacina da Pfizer/BioNTech, que foi aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para ser aplicada no público infantil, serão entregues em três voos, a partir da próxima semana. Segundo o calendário apresentado pelo Ministério da Saúde, os carregamentos chegarão nos dias 13, 20 e 27, cada um com 1,248 bilhões de doses.



Até o fim de março, o Brasil terá 20 milhões de doses pediátricas. Para o segundo trimestre do ano, o governo federal já tem reservadas outras 20 milhões de vacinas para crianças. As doses são parte do contrato assinado pelo Ministério da Saúde com a Pfizer em novembro do ano passado, que prevê a entrega de 100 milhões de novas doses de vacina em 2022.


O frasco da vacina pediátrica virá com uma coloração diferenciada, com tampa e rótulos cor laranja, para que possa ser distinguido da formulação já utilizada hoje em indivíduos com 12 anos ou mais.


Pais e mães não terão de apresentar uma prescrição médica para que as crianças sejam vacinadas. De todo modo, o Ministério da Saúde recomenda que cada família procure um médico antes de decidir imunizar os filhos.


“O único imunizante que nós temos autorização para as crianças de 5 a 11 anos é o da Pfizer. É imprescindível que os pais e mães dessas crianças consultem um médico antes de tomar essa vacina. E por que essa preocupação? A criança está em pleno desenvolvimento. Temos efeitos adversos, embora sejam raros, mas com esse público o cuidado deve ser muito maior”, disse a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo.

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