Capitão América revela qual é o seu mais bem guardado segredo em nova HQ

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O Capitão América é um homem dos anos 1940 preso no futuro, e, embora ele tenha se acostumado com muitas coisas de “nossa época”, continua com alguns ideais e convicções “à moda antiga”. E, assim como seus colegas de equipe nos Vingadores, ele é uma figura pública, que, diferente do exibicionista Tony Stark, não gosta muito de expor sua intimidade. E uma nova HQ revela qual é o seu segredo mais bem guardado, nunca revelado.

Atenção: o texto contém spoilers de Captain America: Sentinel of Liberty #1.

Embora o título de Capitão América já tenha pertencido a Isaiah Bradley, John Walker, Bucky Barnes e Sam Wilson, Steve Roger é o Sentinela da Liberdade que todos mais amam e lembram. No universo ficcional da Marvel Comics também funciona de forma parecida: nenhum outro a vestir esse traje e a carregar o escudo foi ou é uma unanimidade entre os cidadãos estadunidenses quanto Rogers como o Capitão América.


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Edição do novo título do Capitão América chegou às bancas na semana passada (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

Tamanha popularidade pode causar um certo desconforto, principalmente para Rogers, que faz de tudo para evitar os holofotes. E isso está intimamente ligado ao segredo revelado em Captain America: Sentinel of Liberty #1, lançado na semana passada nos Estados Unidos. A trama de Jackson Lanzing & Collin Kelly com arte de Carmen Carnero mostra Rogers deixando o escudo de lado por um tempo para retornar às suas raízes e redescobrir a América pela perspectiva do “cara comum” das ruas do Brooklyn, em Nova York, que foi o lugar onde ele nasceu e cresceu no começo do século XX.

Capitão América reencontra seu apartamento de infância

Ao seguir nessa proposta low-profile, Rogers decide alugar um apartamento antigo em seu bairro de origem, o Brooklyn. Eis que aí é que a trama revela que, na verdade, o imóvel era o exato local onde o Capitão América passou toda sua infância. “Se o Smithsonian soubesse que foi aqui que eu cresci”, pensa, ao citar o famoso museu de Nova York, que guarda parte da memória de sua trajetória intacta aos olhos do público.

“Eles [o pessoal do Smithsonian] o transformariam em um museu. A Casa do Capitão América.” Bem, graças à privacidade assegurada pelo governo norte-americano, as informações pessoais sobre os primeiros anos da vida de Rogers permanecem em segredo — o que permite a Rogers esse mínimo de privacidade.

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O Capitão América no lugar onde cresceu, no Brooklyn, em Nova York (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

Stark provavelmente não titubearia em transformar o local em um parque temático do Sentinela de Liberdade, para promover os Vingadores e, claro ganhar dinheiro. Não que isso seja errado, mas diz um pouco mais sobre a diferença entre esses dois “amigos e inimigos” de equipe: o Homem de Ferro acha que ser um super-herói é ser um defensor público e um símbolo de Justiça; já o Capitão América discorda completamente desse pensamento.

Steve Rogers poderia dar uma “carteirada” quando quisesse e comprar o prédio inteiro, caso realmente tivesse com vontade de fazer isso. E também iria completamente contra o propósito de ele ter voltado para sua moradia de infância: Rogers quer apenas ser o cara comum, que torna-se um herói justamente por não utilizar seus poderes ou posição em troca de ganhos pessoais.

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