Bolsonaro consegue navios de fertilizantes e se oferece para ir a Moscou – 01/05/2022 – Nelson de Sá

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Ecoando por russos como Lenta, jornais turcos como Vatan destacaram coletiva do ministro do exterior, retornando de viagem pela América Latina, em que ele relatou que “o presidente Bolsonaro disse que está pronto para organizar uma visita conjunta a Moscou, com alguns importantes líderes de países, se o presidente Erdogan achar proveitoso”.

O chanceler disse ter ouvido do brasileiro: “Nós gostaríamos de contribuir com seus esforços”. A Turquia vem reunindo delegações de russos e ucranianos, para tentar um acordo de paz. “Nós dissemos que faríamos um estudo e voltaríamos a falar com eles”, acrescentou o ministro turco, sobre Bolsonaro.

Segundo a Agência Brasil, do governo federal, o presidente afirmou no sábado a ruralistas, em Uberaba (MG), que “mais de 30 navios com fertilizantes estão a caminho da Rússia para o Brasil, resultado da viagem” que fez em fevereiro a Moscou. “A nossa agricultura não para”, teria dito Bolsonaro.

A chinesa CCTV produziu extensa reportagem sobre o Brasil diante da “pressão dos Estados Unidos” contra a Rússia. Ouve de analistas como Zhou Zhiwei, do Centro de Estudos Brasileiros da Academia Chinesa de Ciências Sociais, que “as razões da atitude do Brasil são complexas e realistas“.

Sublinha a importação de fertilizantes e as relações pouco estáveis com os EUA e a União Europeia nos últimos três anos. Afastar-se da tradição diplomática brasileira de multilateralismo teria impacto negativo em sua reeleição, acrescentou Zhou.

A televisão ouviu do ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo (acima) que “EUA e Otan ignoraram as preocupações de segurança da Rússia e avançaram para a atual situação caótica”. E que “o Brasil continuará mantendo uma relação de respeito e cooperação com os EUA, mas essa não é uma relação exclusiva”.

PARA AUDIÊNCIA AMERICANA, GUERRA ACABOU

Sites como Mediaite, com a imagem acima, destacam que, “conforme o interesse na Ucrânia diminui” nos EUA, a Fox News colocou 12 programas no topo da lista de audiência em abril, enquanto a CNN sofria “o declínio mais dramático”.

O 13º programa em audiência no jornalismo a cabo foi de Rachel Maddow, de volta ao horário nobre da MSNBC. O primeiro programa CNN, de Anderson Cooper. só foi aparecer na 23ª posição.


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